- Meu Instagram já traz cliente. Preciso de site?
- O Instagram traz atenção; o site é onde a pessoa confere roteiro, logística e avaliações antes de chamar, e é ele que aparece quando alguém busca passeio no destino pelo Google. Além disso, tudo que você constrói no Instagram é alugado: a conta pode cair e o alcance muda sozinho. O site é seu.
- Dá para receber reserva ou sinal pelo site?
- Dá. Reserva com pagamento, calendário de saídas e área do cliente entram no formato de site com sistema. Para a maioria das agências, porém, o primeiro passo que converte é o orçamento pelo WhatsApp com o roteiro já identificado, porque grupo, data e hospedagem mudam o preço. Quando o volume justificar, a reserva online entra, e a estrutura já nasce preparada para ela.
- Posso mostrar as avaliações do Google no site?
- Pode, e em turismo é uma das provas mais fortes que existem. O cuidado é mostrar uma seleção com nome e nota e apontar para a página do Google, onde o visitante confere todas. Prova que dá para checar vale mais que prova bonita.
- Vale a pena ter blog no site da agência?
- Vale quando cada post responde uma dúvida real de quem planeja a viagem, como chegar, quando ir, o que levar, porque é essa busca que traz gente que ainda não conhece a agência. E vale só se a agência conseguir publicar sozinha: blog que depende de alguém de fora para cada post para no terceiro. Por isso ele vem com um painel simples de publicação.
- Preciso do site em inglês ou espanhol?
- Depende de quem compra. Se o destino recebe estrangeiro, o site na língua da pessoa é o que faz ela reservar em vez de procurar uma agência que fale com ela. A tradução precisa ir até o fim, endereço das páginas e mensagem do WhatsApp inclusive. Se quase todo cliente é brasileiro, o site começa em português e a estrutura já nasce pronta para outras línguas.